O Senador que diz que estão criando um império homossexual não tem boa reputação assim como fala.

Segue links de algumas matérias contra ele!

G1

UOL

Do Lado



É interessante alguém que defende a moral e bons costumes do país e faz tudo ao contrario. Político corrúpto e mal exemplo. Segue então o velho ditado: "faça o que eu falo e não o que eu faço".

Pura hipocrisia com mensagens depreciativas.

''É disso que nosso país precisa''!!
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Lançada a 4ª edição do livro "A Possibilidadade Jurídica de Adoção Por Casais Homossexuais" de Enézio de Deus Silva Júnior.

Pessoal, o livro “A Possibilidade Jurídica de Adoção Por Casais Homossexuais” acaba de ser lançado em sua 4ª edição. E um livro excelente para quem tem dúvidas na área jurídica sobre a adoção por pessoas de orientação sexual homossexual, vale apena!!
Abaixo segue a síntese do livro e o link para a editora!
Parabéns pelo sucesso Enézio!

"A Juruá Editora acaba de lançar a 4ª edição do livro A Possibilidade Jurídica de Adoção Por Casais Homossexuais, de autoria do advogado e escritor Enézio de Deus Silva Júnior. O conteúdo da obra foi todo revisado, ampliado e atualizado, especialmente de acordo com as inovações trazidas - para o campo de adoção - pela Lei nº 12.010/2009.
Prof. Enézio de Deus apresenta as transformações e os avanços científicos mais relevantes em torno das famílias e da homossexualidade, para, frente ao sistema jurídico e ao ordenamento positivo brasileiro atual, demonstrar a possibilidade de se deferir pedido de adoção a duas pessoas do mesmo sexo – desde que convivam em união afetivo-familiar estável e que demonstrem reais aptidões para a paternidade e a maternidade responsáveis.
O autor argumenta que tal deferimento vem ao encontro dos melhores interesses das crianças e adolescentes abandonados nos âmbitos social e jurídico, esclarecendo que a adoção por casal homossexual não é vedada pelas leis brasileiras e que se conforma, inclusive, com os princípios constitucionais basilares do respeito à dignidade da pessoa humana e da igualdade.
Com seriedade científica, na posição de vanguarda jurídica e multidisciplinar do assunto, o escritor elucida a viabilidade psicológica da educação pelo casal homossexual, os requisitos, as exigências legais indispensáveis para a colocação de criança/adolescente em família substituta, a base jurisprudencial que vem considerando a união homoafetiva como união estável (via analogia) e as aberturas do Poder Judiciário brasileiro deferindo adoções a casais homossexuais, com as pertinentes repercussões sociais e jurídicas.
Esta obra, considerada a primeira jurídico-doutrinária publicada no Brasil sobre o tema em questão (1ª edição/2005), vem sendo atualizada/reeditada, pelo fato de a defesa teórica do Prof. Enézio de Deus estar se confirmando desde o ano de 2006 no Brasil, a partir de quando começaram a ser deferidos, em caráter definitivo, os primeiros pedidos de adoções a casais homossexuais.
Orientando-se pela defesa dos direitos humanos, é com brilhantismo crítico que o Prof. Enézio de Deus discute, de modo inovador (no âmbito jurídico-doutrinário nacional), uma temática, até pouco tempo, intocada, mas ainda camuflada e distorcida pelo preconceito; motivo pelo qual o livro já se constitui um marco teórico relevante, de leitura fundamental às cidadãs e aos cidadãos – comprometidas(os) com uma sociedade mais justa – e aos estudiosos e trabalhadores da área jurídica ou de outras áreas, que tocam na adoção – psicólogas(os) e assistentes sociais, por exemplo.
Sem dúvida, esta pioneira pesquisa sobre a possibilidade jurídica de adoção por casais homossexuais constitui um passo primordial no Brasil, no processo de abertura para o deslinde da intrincada questão.
Parabéns pelo sucesso Enézio!


Por:
Fonte: Adoção por Homossexuais
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O que Dicesar, Sérgio e Angélica deveriam saber sobre homossexualidade.


O programa Big Brother Brasil 10, como já falamos aqui, ao colocar três homossexuais assumidos como competidores ajuda sobremaneira a causa arco-íris. Entretanto, há algo que merece nossa preocupação: os erros básicos que Dicesar, Sérgio e Angélica cometem quando tentam falar da diversidade de orientação sexual.

Ratifica-se: a força que o trio está dando à visibilidade LGBT é maravilhosa, mas aqui vão só umas dicas para que nós não “façamos isso em casa”, no trabalho, na mesa de bar, no churrasco etc.

Opção sexual x orientação sexual - Angélica, que a cada dia se mostra mais forte e incrível e mesmo sendo jornalista, derrapa no que a ciência e a psicologia falam a respeito de homo, bi e heterossexualidade. A sister já disse muitas vezes que a “opção sexual” dela isso ou aquilo. Opção?! Ainda bem que ela não está no “Um contra 100″, do Roberto Justus. A expressão está errada.

Ninguém opta por gostar de homem, de mulher ou dos dois. Apenas se gosta. Está-se falando aqui de sexualidade e não de sabores de sorvete. O termo correto é orientação sexual, que diz respeito a que tipo de pessoa para o qual estão orientados seu desejo e sua afetividade, se para indivíduos do mesmo sexo, de sexo diferentes ou para os dois. Opte pelo nome correto, ok?

Homossexualismo x homossexualidade - Estréia de programa, dois gays super fervidos e uma lésbica tranqüila estão no BBB, apresentador super animado, audiência arco-íris idem…. Eis que Sérgio, bem intencionado, tem uma fala sobre o respeito à diferença e lasca um homossexualismo no meio da oração. Ouvir isso dói em alguns, sabia?

A defesa que ativistas e psicólogos tem das palavras bissexualidade, homossexualidade e heterossexualidade vem da proposta de deixar bem para trás o tempo em que não ser hétero era ser doente. O “ismo” no final é comum em palavras que nomeiam doenças: tabagismo, alcoolismo, reumatismo.

Desde a década de 90, gostar de pessoas do mesmo sexo ou dos dois sexos não é considerado doença pela Organização Mundial de Saúde. Para marcar essa grande conquista e a visão psicológica de que a orientação sexual é só é mais um traço da personalidade de cada um, prefere-se, e muito, falar as palavras sem esse “ismo”.

Homem x gay - Dicesar, muitos de nós te amamos. Ok, às vezes, você fala demais, mas a gente até releva, agora, dizer que você é gay e que o Cadu é homem… Nãããão! Tá, o Cadu é o homem dos sonhos de muitos, mas isso é outra coisa. O que o brother colorido confude é gênero com orientação sexual. Uma coisa é ser homem e ser mulher. Aqui se trata do campo do gênero. Outra coisa é orientação sexual.

Homem que gosta de homem e mulher que gosta de mulher são homossexuais, quem gosta dos dois sexos, bissexual e quem deseja apenas do outro sexo é hétero. Ser gay não faz ninguém ser menos homem assim como ser lésbica não extirpa o gênero feminino dela. Pelo contrário, só se é gay ou lésbica se se for homem ou mulher respectivamente. Daí, se haver desejo direcionado ao mesmo sexo, configura-se a homossexualidade. Em tempo: essa regra não vale na cama, ok? Nela, tudo pode. E o politicamente correto fica bem quietinho na sala de estar, sem apitar nada.


Por: Welton Trindade

Fonte: Parou Tudo

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Grupo União pega carona no BBB10 para difundir luta contra homofobia

ONG criada com a missão de combater a homofobia em Uberaba, o Grupo União quer aproveitar a presença do drag Dicesar (Dimmy Kieer) no Big Brother Brasil 10, para fortalecer a luta contra o preconceito. O programa foi aberto ontem à noite.

Segundo Paulo Pita, presidente da ONG, Dicesar já participou das três últimas edições da Parada Gay na cidade e levantará a bandeira dos movimentos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais). “Vamos apoiá-lo no programa e até poderemos ir aos paredões quando tiver a presença dele”, garante.

Letícia Peracini, diretora do Grupo União, lembra que a organização do BBB confirma a participação de mais duas lésbicas, embora os nomes de ambas ainda não tenham sido revelados. “Elas poderão fazer estas revelações durante a atração”, destaca.

Na esteira desta maior exposição da homossexualidade, o grupo quer divulgar também suas ações no município. Criado em 2006, ele prepara conferências para os dias 17 de maio e 28 de junho, quando serão comemorados os dias mundiais da Luta Contra a Violência aos Homossexuais e do Orgulho Gay, respectivamente. “Queremos trabalhar estas questões junto às famílias e nas escolas, para tentar diminuir o preconceito. Acreditamos que levando a informação às pessoas, teremos mais chances”, afirma Letícia.

Ela ressalta outro projeto de capacitação de professores das redes pública e particular, para que possam lidar melhor com a diversidade sexual. “Faremos mini-cursos de um dia sobre o tema”, informa a diretora da ONG.

Para Paulo este é o melhor caminho para reduzir a discriminação ainda existente na cidade. “Há pessoas de Uberaba que mantêm o conservadorismo e, embora o preconceito não seja escancarado, ele continua sendo um problema para muitos”, conclui.


Por - Fernando Natálio - 13/01/2010

Fonte: Jornal da Manhã


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Inspiração para filme nacional, Chico Xavier pregava tolerância aos homoessexuais. Confira biografia

Saiba mais sobre Chico Xavier, médium que explicou a homossexualidade sob doutrina espírita

No dia 2 de abril próximo estréia em 270 salas em todo o Brasil “Chico Xavier”, de Daniel Filho, com Nelson Xavier no papel título. No elenco, Tony Ramos, Giovanna Antonelli e Letícia Sabatella. Mais quatro filmes estão previstos para as comemorações do centenário de nascimento do mais famoso médium do Brasil.

Há poucos dias aqui mesmo no espaço do Mix, foi postado o vídeo de parte da entrevista de Chico Xavier, em 1971, num programa chamado “Pinga Fogo”, explicando – à luz da doutrina espírita - a homossexualidade e a bissexualidade (e mesmo a assexualidade).

Chico foi e ainda é uma espécie de líder/guru/exemplo e meta de tolerância e respeito que todos nós, que professamos a doutrina espírita, sonhamos alcançar um dia.

Durante sua última e edificante vida entre nós, Francisco Cândido Xavier psicografou 412 livros, que venderam (e continuam vendendo) mais de 20 milhões de exemplares. Seus mentores mais assíduos - os que ditavam os textos - foram Emmanuel e André Luiz.

“Psicografia - do grego, escrita da mente ou da alma - segundo o vocabulário espírita, é a capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por Espíritos”.

Chico nunca recebeu um centavo de direitos autorais, doando toda a renda das obras a instituições de caridade.

Somente “Nosso Lar”, atribuído ao espírito de André Luiz e livro básico para compreender a vida sob a ótica espiritual, já rodou mais de 50 edições com mais de um milhão e trezentos mil exemplares vendidos.

As obras assistenciais que criou - transformadas em Fundação após sua morte -e que são sustentadas com o dinheiro da venda de seus livros; o trabalho de divulgação da Doutrina codificada por Alan Kardec e a credibilidade que sua doce figura passava colaboraram para que fosse escolhido um dos três mineiros mais importantes do século 20, ao lado de Santos Dumont e Juscelino Kubitschek.

Quem foi ele
Francisco Cândido Xavier, nascido em Pedro Leopoldo, em 2 de abril de 1910, era filho de Maria João de Deus e João Cândido Xavier e foi educado na fé católica.

Chico teve seu primeiro contato com a Doutrina Espírita em 1927, a partir de um problema relacionado com uma de suas irmãs.

Passa então a estudar e a desenvolver sua mediunidade que, como conta em Parnaso de Além-Túmulo, ficou mais clara lá pelas alturas de 1931. Era um humilde funcionário público.

Suas obras são publicadas pelo Centro Espírita União, Casa Editora O Clarim, Edicel, Federação Espírita Brasileira, Federação Espírita do Estado de São Paulo, Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Fundação Marieta Gaio, Grupo Espírita Emmanuel s/c Editora, Comunhão Espírita Cristã, Instituto de Difusão Espírita, Instituto de Divulgação Espírita André Luiz, Livraria Allan Kardec Editora, Editora Pensamento e União Espírita Mineira.

Chico sempre dizia que desejava morrer num momento em que os brasileiros estivessem felizes e isso aconteceu em Uberaba, MG, justamente no dia em que o país vibrava com a conquista da Copa do Mundo de Futebol : 30 de junho de 2002.

Espiritismo, respeito e compreensão
O Espiritismo recomenda respeito e a compreensão para com os homossexuais. Emmanuel, através de Chico Xavier, finaliza o livro “Vida e Sexo” com a seguinte recomendação: "Diante de toda e qualquer desarmonia do mundo afetivo, seja com quem for e como for, colocai-vos, em pensamento, no lugar dos acusados, analisando as vossas tendências mais íntimas e, após verificardes se estais em condições de censurar alguém, escutai no âmago da consciência, o apelo inolvidável do Cristo: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei".

Fonte: Mixbrasil

Por: Thereza Pires
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Versão brasileira de 'Gaiola das Loucas' será encenada por Miguel Falabella e Diogo Vilela.

Segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal 'O Globo', o ator Diogo Vilela agora é dono dos direitos da peça 'Gaiola das Loucas', escrita em 1973 pelo francês Jean Poiret e que já teve duas versões no cinema.

O ator Miguel Falabella, que já contracena com Diogo no seriado global 'Toma lá, dá cá' fará parte do elenco do musical.

Nas duas vezes em que foi encenada na Broadway (1983 e 2004), 'Gaiola das Loucas' recebeu oito premiações. No cinema, em sua segunda filmagem (1996), foi estrelada pro Robin Willians, Nathan Lane e Gene Hackman. No filme, Willians vive o dono da boate Miami Beach, que mora com uma drag interpretada por Lane. A vida do casal muda quando o filho de Willians diz que vai se casar e a família da noiva decide conhecer seus pais.
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Um bom e agitado ano está chegando ao fim.

Reuniões, Debates, Seminarios, Eventos. Muita coisa aconteceu.

Para o Grupo União, 2008 foi um ano de amadurecimento, em todos os sentidos.

Podemos dizer que amamos o que fazemos e as pessoas que conosco acredita que este trabalho realmente faz diferença esperamos de 2009 um ano cheio de oportunidades e novidades que vão mudar a cara da nossa humilde cidade.

Quero agradecer muito à todos aqueles que acreditaram e se juntaram ao Grupo União em favor da diversidade desde o começo e que estreitaram ainda mais seus laços nos trabalhos realizados durante todo esse ano.

Agradecemos à Uniube, Curso de comunicação Social, Professora Mirna Tonus, DCE (Diretório Central dos Estudantes Gildo Macedo de Lacerda), JD25 Juventude Democratas, UNE (União Nacional dos Estudantes), UEE MG (União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais), SR - Mulher (Centro de Referência de Direitos Humanos e de Combate à Homofobia), Boate @nymus e aos demais amigos e estudantes que juntos acreditamos que o mundo só será melhor sem Homofobia.

Força para o próximo ano e Juntos sempre.


GRUPO UNIÃO
VIVA A DIVERSIDADE
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Estudo divulgado nos EUA mostra que é a discriminação e não a orientação sexual que prejudica as crianças.


Mães lésbicas têm filhos felizes e saudáveis, revela estudo feito ao longo dos últimos 22 anos que foi divulgado nesta segunda-feira (22) nos Estados Unidos.

O estudo, o mais importante já realizado com mães lésbicas no país, mostra que é a discriminação e não a orientação sexual que prejudica as crianças. Para realizar o estudo, publicado no American Journal of Orthopsychiatry e Journal of Lesbian Studies, os pesquisadores entrevistaram crianças com 10 anos de idade e que foram concebidas por inseminação artificial.

De acordo com o estudo, os efeitos adversos da discriminação foram significativamente reduzidos quando as mães, escolas e comunidades incentivaram o respeito à diversidade. “Os dados deste estudo concluem que as crianças que cresceram em famílias formadas por duas mães são saudáveis, felizes e ativas”, disse a Dra. Nanette Gartrell, uma das responsáveis pelo estudo. “Essas mães criaram um ambiente de amor e seguro onde seus filhos puderam crescer e prosperar. Até mesmo os efeitos negativos da homofobia foram reduzidos quando as mães agiram ativamente em sua comunidade e quando as crianças estudaram em escolas onde a diversidade era incentivada”, acrescentou a pesquisadora.

A questão das famílias formadas por mães homossexuais esteve em discussão na Grã-Bretanha este ano, quando o Parlamento do país revisou a lei de Fertilidade Humana e Embriologia, que agora permite que ambos os membros de um casal do mesmo sexo sejam reconhecidos como pais legais de uma criança nascida através da reprodução assistida.
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